sábado, 22 de outubro de 2016

Tablets e ultrabooks na educação


Há uma pressão enorme para incluir as tecnologias móveis na educação. Alguns colégios e instituições superiores entregam tablets ou netbooks para os alunos como parte do material escolar. Há uma tendência à substituição dos livros de texto por conteúdos digitais dentro de tecnologias móveis. Uma justifica é diminuir de peso das mochilas dos alunos; outra, baratear do acesso ao conteúdo não impresso (além de ser ecologicamente mais correto); também é visto como importante oferecer recursos de pesquisa, de leitura e de comunicação próximos dos alunos, dos ambientes digitais que frequentam, para motivá-los mais a aprender.
Este é um campo minado de discussões, decisões, interesses. Qualquer análise ainda é parcial, provisória, precária. Mesmo assim, esta é a percepção que tenho no momento.
As tecnologias móveis trazem enormes desafios, porque descentralizam os processos de gestão do conhecimento: podemos aprender em qualquer lugar, a qualquer hora e de muitas formas diferentes. Podemos aprender sozinhos e em grupo, estando juntos fisicamente ou conectados. Na medida que entram na sala de aula o seu uso não pode ser só complementar. Podemos repensar a forma de ensinar e de aprender, colocando o professor como mediador, como organizador de processos mais abertos e colaborativos.
No Brasil, os smartphones e os tablets ainda estão numa fase de experimentação dentro das escolas. Trazem desafios complexos. São cada vez mais fáceis de usar, permitem a colaboração entre pessoas próximas e distantes, ampliam a noção de espaço escolar, integrando os alunos e professores de países, línguas e culturas diferentes. E todos, além da aprendizagem formal, têm a oportunidade de se engajar, aprender e desenvolver relações duradouras para suas vidas. Ensinar e aprender podem ser feitos de forma muito mais flexível, ativa e focada no ritmo de cada um.
A tela sensível ao toque permite uma navegação muito mais intuitiva e fácil do que com o mouse. Crianças pequenas encontram os jogos e aplicativos muito mais rapidamente. Com o barateamento progressivo a partir de agora, estarão muito mais presentes dentro e fora da sala de aula. Permitem experimentar muitas formas de pesquisa e desenvolvimento de projetos, jogos, atividades dentro e fora da sala de aula, individual e grupalmente. O professor não precisa focar sua energia em transmitir informações, mas em disponibilizá-las, gerenciar atividades significativas desenvolvidas pelos alunos, saber mediar cada etapa das atividades didáticas. Poderemos ensinar e aprender a qualquer hora, em qualquer lugar e da forma mais conveniente para cada situação. Os próximos passos na educação estarão cada vez mais interligados à mobilidade, flexibilidade e facilidade de uso que os tablets e ipods oferecem a um custo mais reduzido e com soluções mais interessantes, motivadoras e encantadoras. Não podemos esquecer que há usos dispersivos. É cada vez mais difícil concentrar-se em um único assunto ou texto, pela quantidade de solicitações que encontramos nas tecnologias móveis. Tudo está na tela, para ajudar e para complicar, ao mesmo tempo.
As tecnologias móveis desafiam as instituições a sair do ensino tradicional em que os professores são o centro, para uma aprendizagem mais participativa e integrada, com momentos presenciais e outros a distância, mantendo vínculos pessoais e afetivos, estando juntos virtualmente.
As inovações mais promissoras encontram-se em escolas que têm tecnologias móveis na sala de aula, utilizadas por professores e alunos. Os programas de um computador ou tablet por aluno, ainda em fase experimental em centenas de escolas municipais, estaduais e particulares, sinalizam mudanças muito importantes na forma de ensinar e de aprender. As aulas são mais focadas em projetos colaborativos, os alunos aprendem juntos, realizam atividades diversificadas em ritmos e tempos diferentes. O professor muda sua postura. Ele sai do centro, da lousa para circular orientando os alunos individualmente e em pequenos grupos. As aulas de 50 minutos não fazem sentido, porque dificultam a sequência de tempos para atividades de pesquisa, análise, apresentação, contextualização e síntese.

Tablets ou ultrabooks?

No momento atual é difícil escolher uma das duas ferramentas sem perder algo. Os tablets atraem mais, são mais intuitivos, fáceis de manusear, de ler. Aos poucos chegarão com comandos de voz, sem precisar tocar na tela para acontecer o que desejamos conseguir. Os ultrabooks são mais rápidos, leves e com mais recursos. A tendência é a dos ultrabooks. Os tablets não privilegiam o ato de escrever, fundamental para aprender. Têm teclado, mas ainda não está totalmente integrado, de forma fácil para quem escreve muito. Percebo que é uma questão de pouco tempo para termos no mercado tablets que incorporem os melhores recursos dos notebooks mais poderosos. Na minha opinião não deveríamos, atualmente, optar por uma ou outra ferramenta exclusivamente, mas ter ambas disponíveis para os alunos, permitindo a escolha pessoal, de acordo com o perfil de cada um e de como vai utilizá-los mais. Os tablets e smartphones são mais avançados, inovadores e chamativos. Os notebooks procuram incorporar alguns dos avanços de ambos. É uma decisão ainda em aberto, aguardando a evolução integradora das tecnologias móveis.
  
Alguns aplicativos para tecnologias móveis

Os aplicativos cada vez mais se adaptam aos principais sistemas operacionais, abertos e fechados. Os aplicativos mais interessantes que conheço, principalmente para smartphones, ajudam no aprendizado de línguas. Cursos inteiros podem ser acompanhados por podcast ou vídeos, com testes adequados e ambientes de colaboração como os que acontecem em redes sociais. Gosto, por exemplo, do LearnEnglish do British Council com histórias em capítulos, jogos, desafios e integração com Facebook e Twitter. Outro semelhante é o ESLPod com histórias do cotidiano e explicações das principais expressões em ritmos diferentes. Tem aplicativos como o Stitcher que organiza os programas de rádio e podcast por temas e línguas e são extremamente variados e atualizados e podem ser acessados a qualquer hora e de qualquer lugar. Tem o Google Earth e todas as possibilidades de utilização principalmente em Geografia, o YouTube com a imensa variedade de vídeos, de canais e de facilidade de postagem de novos vídeos feitos pelos alunos. O Google Sky Map – ao apontar o smartphone para o céu e o Google Sky Map mostrará as estrelas, planetas, constelações e muito mais para ajudar a identificar os objetos celestes em vista. O aplicativo mais conhecido é o Wikipedia - da maior enciclopédia online colaborativa. Também é interessante o Celeste CE - Basta apontar a câmera e ver exatamente onde cada objeto do Sistema Solar está localizado de dia ou noite. O Inclass e o My Class Schedule - Aplicativos para que o estudante organize horários de estudo, notas e todas as informações do seu curso. Tem os aplicativos que utilizam a localização por GPS e que permitem interagir com outras pessoas naquilo que se precisa, enviar fotos, trocar vídeos, desenvolver projetos juntos. A tendência é a de termos muitas mais soluções para todas as nossas necessidades. O que nunca pode faltar é a vontade e o gosto por aprender.
Existem centenas de aplicativos interessantes para a sala de aula, por faixa etária e por área de conhecimento:

Os melhores aplicativos para crianças (1-5 anos e 6-10 anos):http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/melhores-aplicativos-criancas-729539.shtml

50 ferramentas online para professores:

Os 101 sites mais úteis da Internet:

Aplicativos e Games para Ciências, Idiomas:


Conclusão

Todas as tecnologias nos ajudam e ao mesmo tempo nos complicam. Depende de como as integramos no que pretendemos. Elas podem nos ajudar a aprender e a evoluir, mas também favorecem a dispersão nas múltiplas telas, aparelhos, aplicativos, redes. Ajudam a comunicar-nos melhor, mas também a desfocar-nos, distrair-nos, tornar-nos dependentes. A educação é um processo rico e complexo de ajudar a aprender, a evoluir, a ser pessoas livres. As tecnologias fazem parte do nosso mundo, nos ajudam, mas ainda precisamos experimentar muito para encontrar caminhos de integração que nos permitam avanços significativos na escola e na vida. 

Do livro “Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica”, Papirus, 21ª ed, 2013, p.30-35 (texto ampliado)

Moran, José Manuel. Disponível em: http://www2.eca.usp.br/moran/wp-content/uploads/2013/12/tabletseduc.pdf. Acesso: 24 de Abril, 2016. 



Vamos saber algumas curiosidades sobre o Histórico da informática educativa no Brasil, tecnologias educativas, ambientes informatizados de aprendizagem, sites e software educacionais...


1.            Pesquise sobre o histórico da informática educativa no Brasil.

O Brasil deu seus primeiros passos a caminho da informática educativa em 1971, de acordo com o livro Projeto Educom, quando, pela primeira vez, se discutiu o uso de computadores no ensino de física na Universidade de São Carlos - USP, em um seminário o qual foi promovido com a colaboração da Universidade de Dartmouth/EUA.
A partir de 1973 o Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde e o Centro Latino-Americano de Tecnologia Educacional, iniciaram o uso da informática como tecnologia educacional.
Vamos saber algumas curiosidades sobre o Histórico da informática educativa no Brasil, tecnologias educativas, ambientes informatizados de aprendizagem, sites e software educacionais...

1.            Pesquise sobre o histórico da informática educativa no Brasil.

O Brasil deu seus primeiros passos a caminho da informática educativa em 1971, de acordo com o livro Projeto Educom, quando, pela primeira vez, se discutiu o uso de computadores no ensino de física na Universidade de São Carlos - USP, em um seminário o qual foi promovido com a colaboração da Universidade de Dartmouth/EUA.
A partir de 1973 o Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde e o Centro Latino-Americano de Tecnologia Educacional, iniciaram o uso da informática como tecnologia educacional.
A informática educativa no Brasil teve seu inicio em meados da década de 80, através de meios de comunicação podemos citar como exemplo a utilização da televisão, como uma ferramenta utilizada para a comunicação de informações de cursos que eram ofertados em determinados horários, na televisão aberta.
O Ministério da Educação – MEC apresenta a Informática Educativa, como “a inserção do computador no processo de ensino aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades da educação. Os assuntos de uma determinada disciplina da grade curricular são desenvolvidos por intermédio do computador”.

Referências:

Informática Aplicada a Educação. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/profunc/infor_aplic_educ.pdf>. Acesso em 17 julho de 2016.

Informática Educativa no Brasil. Disponível em: <http://www.portaleducacao.com.br/informatica/artigos/53797/informatica-educativa-no-brasil#ixzz4EioUkIhF>

MORAES, Maria Candida. Informática Educativa no Brasil: Uma história vivida, algumas lições aprendidas. Disponível em: <http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/rbie/1/1/003.pdf>. Acesso em 17 julho 2016.

2.    O que são tecnologias educativas?

A palavra Tecnologia é de origem grega, o prefixo “techne” significa “ofício” e o sufixo “logia” corresponde a “que diz”. Tecnologia é um termo bastante abrangente que envolve entre outros, o conhecimento técnico/cientifico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.
São utilizadas diversas tecnologias educacionais, de acordo com cada época histórica, ainda hoje se usa a tecnologia do giz e do quadro, usa-se a tecnologia dos livros didáticos e, atualmente, os diversos estados mundiais debruçam-se sobre quais os currículos escolares mais adequados para o tipo de sociedade pretendida. No mundo ocidental, um dos grandes desafios é adaptar a educação à tecnologia moderna e aos meios de comunicação atuais, como a televisão, o rádio, os suportes informáticos e outros que funcionam também como meios educativos, a um nível informal.
Nas décadas de 1950 e 1960, a tecnologia educacional apresentava-se como um meio gerador de aprendizagem. Na década de 70, passou a fazer parte do ensino como processo tecnológico. Em meados de 90, caracterizou-se pela busca de novos modos de trabalhar no campo educacional.
A tecnologia educacional reflete sobre a aplicação de técnicas para a solução de problemas educativos. Ela procura controlar o sistema de ensino-aprendizagem como aspecto central e a garantia de qualidade, preocupando-se com as técnicas e sua adequação às necessidades e à realidade dos educandos.
No início do século XXI as tecnologias começam a ser vistas e usadas numa outra perspectiva no processo educativo. Deixam de ser encaradas como meras ferramentas que tornam mais eficientes e eficazes modelos de educação já sedimentados, passando a ser consideradas como elementos estruturantes de "novas" educações, com o objetivo de expressar a diversidade das culturas e dos processos pedagógicos. Nesse sentido, a TV, o vídeo, o Rádio, a Internet, o material impresso possibilitam articularem-se novas linguagens e novas racionalidades na escola. Mais e mais escolas e centros de educação estão usando ferramentas on-line e colaborativas para aprendizado e busca de informações.
O termo tecnologia educacional remete ao emprego de recursos tecnológicos como ferramenta para aprimorar o ensino. É usar a tecnologia a favor da educação, promovendo mais desenvolvimento sócio-educativo e melhor acesso à informação.
Porém, o avanço da tecnologia educacional no Brasil encontra ainda alguns obstáculos como falta de estrutura das escolas, dificuldade no acesso a essas novas tecnologias, e até a falta de preparo de gestores e dos próprios professores.
 Segundo a ABT (Associação Brasileira de Tecnologia Educacional), ainda há resistência por parte de alguns profissionais da educação, que temem ser substituídos pela tecnologia. Mas é preciso saber que "tecnologia é apoio e não substituta da ação". Aliar tecnologia educacional a bons professores é a solução para o ensino, tanto da rede pública, quanto da rede particular.

Referências:

Tecnologia Educacional: uma ferramenta a favor do ensino. 
Disponível em: <http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/71914/tecnologia-ducacional-uma-ferramenta-a-favor-do-ensino#ixzz4Eisy6rFB>. Acesso em: 18 julho 2016.

Tecnologias e tecnologias educacionais. Disponível em: <http://www.avaliacao.faefi.ufu.br/index.php?id=10>. Acesso em: 18 julho 2016.

Tecnologia Educacional. Disponível em: http://caminhoinclusaodigital.wikidot.com/tecnologia-educacional. Acesso em: 18 julho 2016.

3.            O que são ambientes informatizados de aprendizagem?

Os ambientes informatizados nas escolas, são os laboratórios de informática, o qual é necessário que o professor seja o mediador de tal utilização, que ele insira em seu planejamento de aula tal utilização, tendo um objetivo a ser alcançado
Papert (1994, p. 70), afirma que “Muito mais do que ‘treinamento’, é necessário que os professores desenvolvam a habilidade de beneficiarem-se da presença dos computadores e de levarem este benefício para seus alunos”.
As velozes transformações tecnológicas da atualidade impõem novos ritmos e dimensões á tarefa de ensinar e aprender. É preciso que se esteja em permanente estágio de aprendizagem e de adaptação ao novo. Na profissão docente, com a nova discursividade que surge consoante às novas tecnologias, a questão da autoridade é colocada em xeque. 
As atuais tecnologias de informação e comunicação oferecidas pela internet tornam-se mais atraentes na medida em que existe a necessidade de construção de ambientes e ferramentas que auxiliem na educação. Isto leva a repensar os paradigmas educacionais que vêm sendo utilizada na educação formal convencional, questão fundamental de qualquer projeto pedagógico que conta com inovações tecnológicas.
As tecnologias como ressalta Jonassen (apud REIS, 2001), só mudarão a natureza das atividades educacionais se dirigidas por mudanças fundamentais nas concepções e métodos de ensino-aprendizagem.
Dependendo do ambiente informatizado escolhido, o professor pode rever o caminho trilhado pelo aluno e, assim, identificar em que momento ele se afastou do objetivo pretendido, discutindo com o aluno o que o levou a fazer tais escolhas e o ajudando a repensá-las e, assim, definir novos rumos. Segundo Herbenstreint [apud Gravina e Santarosa, 1998], “o computador permite criar um novo tipo de objeto – os objetos ‘concreto-abstratos’. Concretos porque existem na tela do computador e podem ser manipulados; abstratos por se tratarem de realizações feitas a partir de construções mentais”.

Referências:

ALBERTI, Taís Fim. FRANCISCO, Deise Juliana. TOÉ, Mabel Cristina Dal. Processo de implantação de ambientes informatizados e a prática docente. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-85572002000200008>. Acesso em: 26 julho 2016.

CAVEDINI, Patrícia. KAMPFF, Adriana Justin.  Ambientes informatizados de aprendizagem matemática: o estudo da geometria no ensino fundamental. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/niee/eventos/RIBIE/2004/breve/breves1102-1111.pdf>. Acesso em: 18 julho 2016.

PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

4.            O que são sites educativos?

Sites educativos permitem aprendizagem colaborativa com interatividade. O ensino virtual é motivador e as descobertas que ele proporciona com buscas rápidas, hipertextos, formatos e imagens satisfazem as necessidades de todos.
Estamos vivenciando um período de transição da Era do giz e dos quadros negros para a Era dos recursos digitais e mais do que isto, estamos recebendo em nossas salas de aulas uma geração nova e completamente diferente das demais - a Geração Touch Screen. Esta geração nasceu e está nascendo no auge das inovações tecnológicas. Desde cedo as crianças estão tendo o contato com várias tecnologias, a exemplo dos computadores, tablets, celulares e aparelhos eletrônicos, mexendo como se agissem por instinto.
Este contato tem estimulado e influenciado o cérebro das crianças a desenvolverem algumas habilidades e competências ligadas ao ensino-aprendizagem de maneira antecipada. Nos dias atuais elas estão dominando informações que em outros tempos só se aprenderia anos mais tarde. 
Os jogos on-line se apresentam como uma ferramenta propicia de utilização com sucesso junto ao meio educacional desta geração.
A lógica dos jogos e a forma como são utilizados integram o conhecimento da matéria a vida real, assim o aluno poderá assimilar que a teoria sim tem aplicação em sua vida diária.

Referências:

GRZIBOWSKI, Diego Fernando. Sites Educativos. Disponível em: <http://www.siteseducativos.com.br/sobre-o-site.asp>. Acesso em: 25 de julho 2016.

Os Sites Educativos e as Inteligências Múltiplas. Disponível em: <http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/37992/os-sites-educativos-e-as-inteligencias-multiplas>. Acesso em: 18 julho 2016.

Sobre. Disponível em: <http://portal.ludoeducativo.com.br/pt/ >. Acesso em: 26 julho 2016.

5.            O que são software educacionais?

Os software educativos são software pensados, programados e implementados com objetivos educativos, fora e dentro da escola.
Juntando as traduções de soft + ware, pode-se inferir que software une o conceito de “leve”, “macio” com o conceito de “artigo”, “produto”. Leve porque não é palpável como o hardware (hard = duro). A tradução literal seria: artigo leve. Por isso, a palavra software, assim com a palavra hardware não possui tradução para o português.
Softwares são programas de computador, que por sua vez, designam um conjunto de instruções ordenadas que são entendidas e executadas pelo computador. Existem dois tipos principais de softwares: os sistemas operacionais (softwares básicos que controlam o funcionamento físico e lógico do computador) e os softwares aplicativos (executam os comandos solicitados pelo usuário, como os processadores de texto e planilhas eletrônicas). Dois outros tipos de softwares que contém elementos dos softwares básicos e dos softwares aplicativos, mas que são tipos distintos, são: os softwares de rede, que permitem a comunicação dos computadores entre si, e as linguagens de programação, que fornecem aos desenvolvedores de softwares as ferramentas necessárias para escrever programas.
Dentre as diversas ferramentas que auxiliam os educandos no processo de aprendizagem tem-se o computador como um grande aliado. O computador, representando as diversas ferramentas da informática e os softwares educativos usados na educação, torna-se cada vez mais um amplificador de potencialidades na capacitação e aperfeiçoamento de alunos, professores e das próprias instituições de ensino.
A utilização de softwares educativos na ativação das inteligências múltiplas desenvolve habilidades e competências que variam de pessoa para pessoa. Já está disponível no mercado softwares que podem estimular o desenvolvimento da inteligência lógico matemática. A LDMI (Linguagem Ladder para microcomputadores) oferece o Maple (Sistema algébrico computacional), um software que realiza operações matemáticas e proporciona uma viagem pelo corpo humano.

Referências:

OLIVEIRA, Silvia Sales de. SOFTWARE : REFLEXÕES PARA UMA INFORMÁTICA EDUCATIVA. Disponível em: <http://www.cin.ufpe.br/~case/artigos/Outros/REFLEXOES%20PARA%20UMA%20INFORMATICA%20EDUCATIVA.doc>. Acesso em: 26 julho 2016.

Os Sites Educativos e as Inteligências Múltiplas. Disponível em: <http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/37992/os-sites-educativos-e-as-inteligencias-multiplas>. Acesso em: 18 julho 2016.

VESCE, Gabriela E. Possolli. Software Educacionais. Disponível em: <http://www.infoescola.com/informatica/softwares-educacionais/>. Acesso em : 18 julho 2016.